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Não, não se trata de uma volta aos tempos de cobertura quase diária sobre Winning Eleven e Pro Evolution Soccer. E, embora as primeiras matérias e posts sejam bem críticas e pessimistas com esta edição de PES e a do próximo ano, já que há um plano de negócios de três anos, os dois últimos de PES, Pro Evolution Soccer, Winning Eleven, chame como quiser: enfim a KONAMI abriu a caixa-preta do seu IP de produtos para propostas de parceiros, possíveis novos parceiros e estúdios independentes.

Muitos fãs viram a ida de Adam Bhati como o prego no caixão, o último. Não é bem assim. Com a KONAMI encerrando as atividades de posições de marketing, gerenciamento e demais posições burocrática fora do Japão, era necessário que Bhatti fosse para Tóquio pelos próximos dois anos, assim como outros funcionários da base na Europa.

Nada muda em termos de quem manda. Bhatti continuará redigindo relatórios quase de múltipla escolha. Quase sempre um amontoado de SIM e NÃO.

Me sinto até meio idiota de por tanto tempo ter apontado o cara como a fonte de todo o mal que destruiu a reputação da franquia.

Sim. Continuo tratando ele como lixo. Um lixo em forma de ser humano que não sabe o significado das palavras respeito, diferentes pontos de vista e outras coisa que tornam a convivência entre humanos suportável quando não pensam da mesma maneira.

Respeito é prioridade, mas essa não é a formação moral dele.

Um novo Pro Evolution Soccer pós 2019?

Totalmente. Pra início de jogo e conversa, o game voltará a ser tratado mundialmente como Winning Eleven e um sub-título, ou algo do tipo: Winning Eleven Series PRO, um sub-logo promocional que seria usado no PES 2011 mas foi deixado de lado após a KONAMI começar a ter problemas com o Kei Masuda que na época era um ‘aprendiz’ do Shingo Seabass.

Trata-se de um grupo de desenvolvedores que já trabalharam em antigas edições da franquia e outros que vieram de FIFA e Football Manager. A KONAMI ainda terá a última palavra a respeito do que será ou não aproveitado. As tais parcerias PREMIUM com clubes mundo afora e o All-In no MyClub se mostrou uma aposta totalmente equivocada.

Gastou-se entre PES 2014 e PES 2018 quase o triplo do que era gasto até PES 2013 e os prejuízos só se acumulam. Ilude-se quem crê que o MyClub fecha no azul. No máximo, empata — e em negócios, empatar dinheiro é perder tempo e dinheiro.

Não basta olhar o balanço da empresa e não entender que muitos valores (parcelas) ainda serão pagas aos tais clubes PREMIUM. A KONAMI fez uma dívida pesada nessa aposta errada na forma como o game é hoje — mas sou adepto do errar por ação do que por omissão.

Melhor? Há um futuro promissor. Os japoneses ficaram com diversos derivados de Winning Eleven, incluindo as versões ARCADE (fliperamas), CARD COLLECTORS, CASINO e todas as versões mobile.

Aos parceiros Ocidentais (um da Malásia, o único não Ocidental) caberá acelerar o processo para dar a KONAMI aquilo que hoje ela pede aos detratores: não é da nossa cultura ouvir e aceitar críticas sem soluções a contraponto.

Assim sendo, até que se anuncie o contrário, vou ignorar críticas mais ácidas a PES 2019, que logo em Dezembro já terá sua versão LITE, apenas com MyClub e Online Divisions e vamos aguardando Winning Eleven fazer o overhaul que FIFA fez em 2007. Na época, ou FIFA mudava ou acabava. Já sabemos o que houve, certo?

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